sexta-feira, 8 de abril de 2011

Você Conhece Juçara e o Juçaí


VOCÊ CONHECE JUÇARA E JUÇAÍ


Fruto similar ao açaí gera renda e empregos


Danielle Kiffer


Já pensou em um alimento tão saboroso quanto o açaí e ainda mais nutritivo? Pois ele existe, e é proveniente da polpa do fruto da palmeira juçara, quase extinta do território brasileiro devido à intensa exploração para a extração de palmito. O chamado “juçaí” tem propriedades nutricionais semelhantes às do açaí em valores calóricos, com a vantagem de ser 70% mais rico em ferro e com níveis de potássio 63% maiores. Segundo estudo do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), seus teores de antocianina, antioxidante natural, são ainda quatro vezes superiores. Para desenvolver comercialmente o juçaí, o empresário George Braile criou o projeto Amável – a Mata Atlântica Sustentável no parque da Serrinha do Alambari, município de Resende, onde pretende promover a preservação e o repovoamento da juçara e gerar renda para a comunidade local de forma sustentável. O projeto é apoiado pela FAPERJ, por meio do edital Rio Inovação – Difusão e Inovação Tecnológica. O juçaí foi descoberto por acaso. Em seu sítio, na Serrinha, George Braile começou a observar que jacus e tucanos sempre apareciam em bandos para se alimentar dos frutos da juçara, muito parecidos com o açaí, que rende cerca de 2 mil e 500 frutas por árvore, especialmente entre maio e agosto. “Fiquei instigado com aquilo, colhi alguns frutos e tentei despolpar em alguns equipamentos experimentais. Depois de algumas tentativas pesquisando o processo artesanal de despolpamento do açaí do norte, adotei a mesma metodologia. Foi assim que descobri que já havia alguns projetos em São Paulo e Santa Catarina com a mesma fruta. Visitei praticamente todos os projetos existentes no Brasil para me instruir a respeito de tudo o que pudesse sobre o juçaí”, conta o empresário. Além de aprender sobre o procedimento correto de colheita e do despolpamento do fruto da juçara, George também passou a conhecer as pesquisas científicas feitas sobre as propriedades nutricionais da fruta. Além do Ital, a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), entre outras instituições, comprovaram cientificamente as propriedades nutritivas do fruto da juçara. Um projeto piloto já foi montado na Serrinha do Alambari, local onde há uma Área de Proteção Ambiental (APA), que servirá de modelo para expansão do projeto em outros municípios da região do médio Paraíba. “No parque da Serrinha, as florestas de juçara estão sendo reconstituídas. Até já realizamos algumas colheitas para a produção da polpa. Além de difundir uma consciência ecológica, o projeto proporcionará aos moradores da região uma alternativa interessante de renda”, relata George, que afirma que somente as propriedades parceiras do projeto já somam 70 hectares de cultivo de juçara. De acordo com o empresário, para os habitantes da área, além de ecologicamente correto, é muito mais lucrativa a exploração da juçara para a colheita do fruto do que para a retirada do palmito. “Cada juçara cortada ilegalmente para a venda do palmito rende ao indivíduo, aproximadamente, R$ 6, mas a árvore é derrubada. Já a coleta dos frutos pode render ao colhedor até R$ 8 e ao proprietário da terra onde a juçara está plantada até R$ 2 por árvore. Com a vantagem que a árvore permanece”, quantifica. A venda da polpa para lojas e para a indústria de sucos para exportação pode gerar ainda um maior lucro para produtores e colhedores, ampliando e fortalecendo ainda mais o projeto, que reforça a preservação da juçara, ainda em extinção. “A comunidade já recebeu o treinamento necessário tanto para a execução correta da colheita quanto para o processo de despolpamento”. O próximo passo do projeto, além da comercialização do produto, é a geração de sementes germinadas para serem distribuídas aos proprietários de fazendas. Isso ajudará na propagação da palmeira. Segundo o empresário, depois de despolpadas, as sementes devem ser colocadas à sombra e regadas diariamente. “Neste primeiro ano, pretendemos gerar cerca de 500 mil sementes. No ano que vem, 2011, pretendemos pular para cinco milhões. Para isso, estamos treinando pessoas interessadas no processo”.


© FAPERJ –

sexta-feira, 18 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011


Material para o trabalho da Turma 801 do Projeto Paneta sustentável- Educando para o Cuidado.

Cores padronizadas para coleta seletiva
• Azul - Papel/Papelão
• Amarelo - Metal
• Verde - Vidro
• Vermelho - Plástico
• Marrom - Orgânico
• Laranja - Resíduos perigosos
• Preto - Madeira
• Cinza - Resíduos gerais não recicláveis ou misturados, ou contaminado não passível de separação
• Roxo - Resíduos radioativos
• Branco - Resíduos ambulatoriais e de serviço de saúde


Os 5 Rs da educação ambiental em Ação
Conheça a seguir os 5 Rs, ações práticas que, no dia a dia, podem propiciar a redução do nosso impacto sobre o planeta, melhorando a vida atual e contribuindo com a qualidade de vida das próximas gerações. Se. você já pratica alguma delas, lembre-se que é sempre possível disseminar e fazer mais.

Repensar os hábitos de consumo e descarte
Pense na real necessidade da compra daquele produto, antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, pratique a coleta seletiva, separando embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado. Jogue no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Use produtos de limpeza biodegradáveis. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada (durável e resistente). Prefira embalagens de papel e papelão. Utilize lâmpadas econômicas e pilhas recarregáveis ou alcalinas. Mude seus hábitos de consumo e descarte.

Recusar produtos que prejudicam o meio ambiente e a saúde
Compre apenas produtos que não agridem o meio ambiente e a saúde. Fique atento ao prazo de validade e nas empresas que têm compromissos com a ecologia.
Evite o excesso de sacos plásticos e embalagens. Tenha sempre uma sacola de pano para transportar suas compras. Evite comprar aerossóis e lâmpadas fluorescentes, bem como produtos e embalagens não recicláveis e descartáveis. Radicalize!

Reduzir o consumo desnecessário
Esta prática significa consumir menos produtos, dando preferência aos que tenham maior durabilidade e, portanto, ofereçam menor potencial de geração de resíduos e de desperdício de água, energia e recursos naturais. Adote a prática do refil. Escolha produtos com menos embalagens ou embalagens econômicas, priorizando as retornáveis. Leve sua sacola para as compras e adquira produtos a granel. Faça bijouterias, brinquedos e presentes personalizados reutilizando materiais. Invente novas receitas e reaproveite de forma integral os alimentos. Alugue equipamentos. Edite textos na tela do computador e, quando não for possível evitar a cópia ou a impressão, faça-as frente e verso. Diga não ao consumismo: sua prosperidade agradece.

Reutilizar e recuperar ao máximo an¬tes de descartar
Amplie a vida útil dos produtos e do aterro sanitário, economizando a extração de matérias-primas virgens.
Crie produtos artesanais e alternativos a partir da reutilização de embalagens de papel, vidro, plástico, metal, isopor e CDs. Utilize os dois lados do papel e monte blocos de papel-rascunho. Ofereça vários tipos de oficinas de sucata. Doe objetos que possam servir a outras pessoas.

Reciclar materiais
O processo de reciclagem reduz a pressão sobre os recursos naturais, economiza água, energia, gera trabalho e renda para milhares de pessoas. Seja no mercado formal ou informal de trabalho.

Aterros sanitários
Aterros sanitários são considerados como um solução prática, relativamente barata de disposição final de resíduos urbanos e industriais - inclusive de resíduos que poderiam ser reciclados. Todavia demandam grandes áreas de terra, onde o lixo é depositado. Após o esgotamento do aterro, essas áreas podem ser descontaminadas e utilizadas para outras finalidades. Todavia, se o aterro não for adequadamente impermeabilizado e operado, constitui-se em fator de poluição ambiental e contaminação do solo, das águas subterrâneas e do ar. A poluição se deve ao processo de decomposição da matéria orgânica, que gera enormes quantidades de chorume (fluido que se infiltra para o solo e nos corpos de água) e biogás, composto de metano e outros componentes tóxicos.
A construção do aterro sanitário requer a instalação prévia de mantas impermeabilizantes, que impedem a infiltração do chorume no solo e no lençol freático. O líquido que fica retido no aterro, o chorume, é então conduzido até um sistema de tratamento de efluentes para posterior descarte em condições que não agridam o meio ambiente.

Lixões
"Lixão", vazadouro ou descarga de resíduos a céu aberto é uma forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que se caracteriza pela simples descarga do lixo sobre o solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública.
No "lixão" não há nenhum controle quanto aos tipos de resíduos depositados. Resíduos domiciliares e comerciais de baixa periculosidade são depositados juntamente com os industriais e hospitalares, de alto poder poluidor. A presença de catadores, que geralmente residem no local, e de animais (inclusive a criação de porcos), os riscos de incêndios causados pelos gases gerados pela decomposição dos resíduos constituem riscos associados aos lixões.



Campanha da Fratenidade2011 – Fraternidade e a vida no planeta
Em 2011 estaremos falando sobre meio ambiente, a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas – causas e conseqüências. Tema: Fraternidade e a Vida no Planeta; Lema "A Criação Geme em Dores de parto", (Rm 8,22). Não há como não se dar conta que esta campanha esta ligada a Campanha de 2010, ora o fator econômico não esta relacionado à situação de nosso planeta hoje? Somos todos moradores de uma mesma casa, gostando disso ou não estamos interligados. Não há como simplesmente virar as costas e não se importar, afinal se ocorresse uma catástrofe a nível global para onde iríamos? Aquecimento global, mudanças geológicas nada mais é do que reações as nossas ações. A Campanha da Fraternidade de 2011, de maneira primorosa como sempre, vem justamente nos alertar desta verdade tudo o que fazemos pode prejudicar ou ajudar a salvar nosso planeta nos dá a oportunidade de como uma família sentarmos juntos e elaborarmos ações para salvar a nossa casa.
Em cada catástrofe seja ela terremotos, inundações, podemos sentir o planeta gemer, e a humanidade fazendo o mesmo, este gemido tem uma conotação de tristeza imensa. Ainda estamos em tempo hábil para reverter esta situação podemos transformar estes gemidos de dor em gemidos de amor e de esperança, sim podemos iniciar um período de gestação e após este período em que nos organizaremos com ações que ajudem a preservar o meio ambiente, receberemos de volta um planeta saudável, resgataremos o planeta que nos foi dado por Deus.
Esta campanha não é uma utopia e sim um alerta de que atitudes devem ser tomadas, não por uma minoria, mas por um todo, este planeta é nossa casa, precisamos ser fraternos, gerar ações que nos levem ao bem comum.

Números da reciclagem no Brasil
A reciclagem já faz parte do nosso dia-a-dia. Pelo menos nesse setor, o Brasil tem razões de sobra para comemorar os índices de lixo reaproveitado
Segundo reportagem de hoje da Agência Brasil, o alumínio segue como a matéria-prima mais reciclada no Brasil. A pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada ontem, constatou que 91,5% das latinhas de alumínios são recolhidas para reciclagem. Bem atrás, estão as embalagens PET (54,8%), o vidro (47%), as latas de aço (46,5%) e o papel (43,7%). A reciclagem das embalagens de leite longa vida e de sucos estão em último lugar (26,6%) – esse tipo de material começou a ser reciclado nos últimos dez anos e está em processo de crescimento.
Para os próximos anos, a avaliação é de que, com o estabelecimento de preços mínimos, além do avanços das leis ambientais, da educação e da coleta seletiva, o percentual de reciclagem possa aumentar para todos os materiais. Como fator de estímulo à prática, a pesquisa destaca que a reciclagem reduz o consumo de energia e a extração de matérias-primas, evitando a emissão de mais gases de efeito estufa. As embalagens Tetra Park (empresa de processamento e envase de alimentos), em especial, diminuem a emissão de ozônio, porque dispensam refrigeração.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

  • Você já sabe: 2011 é o Ano Internacional das Florestas.

    FIQUE POR DENTRO:
  • Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), as florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta, servindo de abrigo para 300 milhões de pessoas de todo o mundo e, ainda, garantindo, de forma direta, a sobrevivência de 1,6 bilhões de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre. Em pé, as florestas são capazes de movimentar cerca de $ 327 bilhões todos os anos, mas infelizmente as atividades que se baseiam na derrubada das matas ainda são bastante comuns em todo o mundo.
  • Para sensibilizar a sociedade para a importância da preservação das florestas para a garantia da vida no planeta, a ONU – Organização das Nações Unidas declarou que 2011 será, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas.
    A ideia é promover durante os próximos 12 meses ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, mostrando a todos que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos para o planeta.
  • Entre eles:
    - a perda da biodiversidade;
    - o agravamento das mudanças climáticas;
    - o incentivo a atividades econômicas ilegais, como a caça de animais;
    - o estímulo a assentamentos clandestinos e
    - a ameaça à própria vida humana.

    Fonte: Planeta Sustentável / PNUMA

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011


2011 é o Ano Internacional das Florestas.

Quais atividades nossa escola pode promover para sensibilizar sobre Ano Internacional das Florestas? Seja o primeiro a comentar!!!

Que atitude ambiental legal !!!

COLETA SELETIVA NOEL DE CARVALHO 2010
De Junho de 2010 a novembro de 2010
Coleta de Pet e Pead feita semanal:
TURMA TOTAL
101 1087
102 1365
103 882
104 1535
201 6347
202 738
203 432
204 283
301 967
302 429
303 755
304 619
401 308
402 496
403 917
404 5531
Total 22701

Que bom! 22701 embalagens plásticas foram recicladas, deixaram de ir para o lixão.
Parabéns aos professores e alunos pela atitude de cuidado com o meio ambiente.
Fátima Helena
O que você acha dessa iniciativa!!!. comente.




quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Baú de idéias ambientais.



Idéias, criatividade e ações sobre educação ambiental

Sabão Ecológico
Você já ouviu falar e sabão ecológico? Trata-se de um produto decorrente do reaproveitamento do óleo de cozinha usado.
Pode ser considerado um produto símbolo da sustentabilidade visto que o seu processo inclui preservação ambiental, geração de renda e consumo consciente – o Sabão Ecológico é comprovadamente biodegradável, ou seja, seus resíduos não prejudicam as águas e o solo, pois são consumíveis por microorganismos e bactérias.
A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia pode contribuir para diminuir o aquecimento global.
Receita:
Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha
Material
5 litros de óleo de cozinha usado
2 litros de água
1 copo de detergente
1 quilo de soda cáustica em escama
Preparo
Coloque a soda em escamas no fundo de um balde cuidadosamente
Coloque, com cuidado, a água fervendo
Mexa até diluir todas as escamas da soda
Adicione o óleo e mexa
Jogue a mistura numa fôrma e espere secar
Corte o sabão em barras
Atenção: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.